Era a noite do dia 6 de novembro. Exaustos dos treinamentos os Cavaleiros Arcanos decidem descansar um pouco. David Campos se retirou e disse que encontraria os integrantes do Covenant VII e os apresentaria a Jéssica. Após algum interrogatório de quem eram os VII, Sophie, ainda muito desconfiada sobre Jéssica e os VII, como parecia agir com todas as pessoas , encheu a pequena vampira de perguntas. Entediada com a torrente questionadora, Jéssica saiu da mansão.
Alguns tempo depois, o xamã-guerreiro uratha, Luiggi e o jovem mago-espadachim Pedro "Odin" descobriram que estavam sob um estranho efeito enfraquecedor. Os dois perceberam que Angus, Sophie, Hanns e eles mesmos estavam perdendo cabelo, como pessoas em tratamento quimioterápico. Além disso Akuma tinha caído em sono profundo.
Sem ao menos hesitar, Luiggi carregou Akuma e saiu correndo como um louco e os outros foram atrás dele.
Então perceberam olhos... Muitos olhares se direcionavam a eles... Pior. Estavam fora das suas órbitas e mexendo de formas repulsivas.


Foi então que apareceu um grande Beholder. Ele fora sorrateiro o suficiente para o grupo não percebê-lo. Ao contrário do que parecia, a aberração mágica possuía uma inteligência apurada.
- O que você quer? - Perguntou Luiggi.
- Apenas suas vísceras... - O beholder falou em tom zombeteiro. - Elas me serão úteis como combustível místico...
Então começou a batalha. Rapidamente o Uratha que indagou usou A Fúria e partiu com seu machado místico, desferindo um golpe devastador de baixo para cima. A criatura demonstrou além de uma inteligência aguçada, uma velocidade sinistra, assim como o golpe que preparou para desferir no homem-lobo. O machado sibilou cortando o ar sem atingir o oponente, que por sua vez mordeu um pouco acima do que deveria, sem obter sucesso.
Enquanto isso Sophie tentava melhorar as defesas de Luiggi e pisou na maior quantidade de pequenos olhos que pode. Odin, por sua vez, invocou poderes animalescos criando garras, aumentando sua acuidade visual e prontidão no combate. Enquanto isso Hanns apenas pensava. Angus também avançou empunhando a espada mística criada por Govannon, o traidor e agora membro dos Visionários do Trono.
"Isso tem haver com magias de morte... O que devo fazer?"
Então teve a idéia de tentar controlar os olhos menores. Sobrepujou com sua magia sinistra o controle sobre aqueles olhos e os pequenos seres apenas caiam sem vida sob seus pés.
A briga entre Odin, Angus, Luiggi e o Beholder se tornava ferrenha. Enquanto isso Hanns disse a Sophie:
- Acho que já sei o que está acontecendo! Alguém está manipulando Akuma e fazendo ele criar esse caos na mansão! Tente livrar Akuma de poderes mentais!
- Sophie descartou totalmente a idéia. - Já estava acostumada a detectar ondas cerebrais de todos os seres ao seu alcance sensorial e não percebia qualquer influência sobre o capitão dos Espadas, Akuma.
Luiggi, Angus e Odin continuavam a desferir golpes devastadores no beholder que deixava marcas horrendas nos corpos dos dois guerreiros. A besta os pressionava cada vez mais. Odin e Sophie perceberam que havia 5 presenças no mundo espiritual, mas não tinham tempo para ver quem eram.
O beholder se cansou de trocar golpes com os 3 guerreiros e decidiu atacar de outra forma. Percebeu que teria problemas caso não vencesse os guerreiros logo. Ao mesmo tempo Hanns tentou dominar o beholder e este respondeu tentando dominar a sua mente.
O choque místico foi forte, acabando com ambos combatentes perdendo o foco. A fera aproveitou a quebra na formação de combate dos guerreiros e acertou uma mordida fulminante no ombro esquerdo de Angus, que caiu imediatamente inconsciente. Mais ataques vieram e por sorte se posicionou bem.
Com toda a frieza, após ter desviado de tiros e golpes de armas medievais o olho macabro dominou a mente de Angus e o pôs para lutar contra os próprios aliados. Esse foi o momento perfeito que os outros dois guerreiros esperaram para contra-atacar.
A fera recebeu dois cortes devastadores e moveu-se rapidamente para longe dos Cavaleiros Arcanos.
Quase que imediatamente Akuma acordou.
- Ahhhhh! Dormi mal... Achei que era mordido por aranhas enquanto dormia... Não é melhor a gente resolver logo aquele problema do locus? Vamos logo!
O grupo ouviu irritado a chegada da polícia na mansão. Parecia que tinha demorado demais para ela finalmente ver o que estava acontecendo naquela região da Vitória, que parecia ter tiroteios e gritos apavorantes toda semana, além de um prédio tombado um mês atrás.
Hanns escondeu a todos nas sombras e invocou fantasmas para vigiar a entrada: 4 viaturas da polícia se encontravam no portão e tinha algo mais. Era terrível.
Havia muitas caixas repletas com olhos humanos enfileiradas de um modo sinistro no jardim. Era a prova perfeita que a polícia precisava para prender os supostos criminosos dos últimos incidentes terríveis na cidade envolvendo pessoas com olhos estirpados.
Enquanto estavam escondidos Angus mostrou duas cartas que pegara no correio no dia anterior. Uma era para Jéssica que ele disse que a entregaria depois, a outra era para Hanns e vinha de longe.
A carta pedia aos Flecha de Salvador para retribuir o favor que receberam de Hanns na Alemanha.
Odin aceitou a missão prontamente após o pedido do seu capitão, mas só depois de muita desconfiança de Sophie, ela concordou em ir junto com os outros com a promessa pouco confiável de que cuidaria de Angus (ele bateu nas costas do mago e o ferimento começou a sangrar um pouco, dizendo na mesma hora que cuidaria dele).
Decidiram ir para o mundo espiritual antes, pois havia um bloqueio de magias de teletransporte na área por alguma razão desconhecida. Só podia estar em uma daquelas presenças no mundo espiritual.
Encontraram lá teias de aranhas que iluminavam parcamente o local com luzes verdes macabras. Pessoas mutiladas e os antigos cães da casa se lamentavam por estarem presos e feridos pelas mil teias perfurantes.
Ficaram um pouco confusos e temerosos ao ver Athena presa às teias além de ouvir uma voz compulsiva e grave repetir, "quase perfeito, quase perfeito".
Após isso uma cabeça aracnídea aparecera e devorou a cabeça de Athena. Isso foi um golpe terrível para Angus que ficou cheio de ódio.
Era uma criatura medonha, metade homem e metade aracnídeo que tremia as quelíceras com prazer após ter devorado o cérebro da antiga capitã da facção Conselho dos Dragões dos Flecha de Adamante.
- Apenas suas vísceras... - O beholder falou em tom zombeteiro. - Elas me serão úteis como combustível místico...
Então começou a batalha. Rapidamente o Uratha que indagou usou A Fúria e partiu com seu machado místico, desferindo um golpe devastador de baixo para cima. A criatura demonstrou além de uma inteligência aguçada, uma velocidade sinistra, assim como o golpe que preparou para desferir no homem-lobo. O machado sibilou cortando o ar sem atingir o oponente, que por sua vez mordeu um pouco acima do que deveria, sem obter sucesso.
Enquanto isso Sophie tentava melhorar as defesas de Luiggi e pisou na maior quantidade de pequenos olhos que pode. Odin, por sua vez, invocou poderes animalescos criando garras, aumentando sua acuidade visual e prontidão no combate. Enquanto isso Hanns apenas pensava. Angus também avançou empunhando a espada mística criada por Govannon, o traidor e agora membro dos Visionários do Trono.
"Isso tem haver com magias de morte... O que devo fazer?"
Então teve a idéia de tentar controlar os olhos menores. Sobrepujou com sua magia sinistra o controle sobre aqueles olhos e os pequenos seres apenas caiam sem vida sob seus pés.
A briga entre Odin, Angus, Luiggi e o Beholder se tornava ferrenha. Enquanto isso Hanns disse a Sophie:
- Acho que já sei o que está acontecendo! Alguém está manipulando Akuma e fazendo ele criar esse caos na mansão! Tente livrar Akuma de poderes mentais!
- Sophie descartou totalmente a idéia. - Já estava acostumada a detectar ondas cerebrais de todos os seres ao seu alcance sensorial e não percebia qualquer influência sobre o capitão dos Espadas, Akuma.
Luiggi, Angus e Odin continuavam a desferir golpes devastadores no beholder que deixava marcas horrendas nos corpos dos dois guerreiros. A besta os pressionava cada vez mais. Odin e Sophie perceberam que havia 5 presenças no mundo espiritual, mas não tinham tempo para ver quem eram.
O beholder se cansou de trocar golpes com os 3 guerreiros e decidiu atacar de outra forma. Percebeu que teria problemas caso não vencesse os guerreiros logo. Ao mesmo tempo Hanns tentou dominar o beholder e este respondeu tentando dominar a sua mente.
O choque místico foi forte, acabando com ambos combatentes perdendo o foco. A fera aproveitou a quebra na formação de combate dos guerreiros e acertou uma mordida fulminante no ombro esquerdo de Angus, que caiu imediatamente inconsciente. Mais ataques vieram e por sorte se posicionou bem.
Com toda a frieza, após ter desviado de tiros e golpes de armas medievais o olho macabro dominou a mente de Angus e o pôs para lutar contra os próprios aliados. Esse foi o momento perfeito que os outros dois guerreiros esperaram para contra-atacar.
A fera recebeu dois cortes devastadores e moveu-se rapidamente para longe dos Cavaleiros Arcanos.
Quase que imediatamente Akuma acordou.
- Ahhhhh! Dormi mal... Achei que era mordido por aranhas enquanto dormia... Não é melhor a gente resolver logo aquele problema do locus? Vamos logo!
O grupo ouviu irritado a chegada da polícia na mansão. Parecia que tinha demorado demais para ela finalmente ver o que estava acontecendo naquela região da Vitória, que parecia ter tiroteios e gritos apavorantes toda semana, além de um prédio tombado um mês atrás.
Hanns escondeu a todos nas sombras e invocou fantasmas para vigiar a entrada: 4 viaturas da polícia se encontravam no portão e tinha algo mais. Era terrível.
Havia muitas caixas repletas com olhos humanos enfileiradas de um modo sinistro no jardim. Era a prova perfeita que a polícia precisava para prender os supostos criminosos dos últimos incidentes terríveis na cidade envolvendo pessoas com olhos estirpados.
Enquanto estavam escondidos Angus mostrou duas cartas que pegara no correio no dia anterior. Uma era para Jéssica que ele disse que a entregaria depois, a outra era para Hanns e vinha de longe.
A carta pedia aos Flecha de Salvador para retribuir o favor que receberam de Hanns na Alemanha.
Odin aceitou a missão prontamente após o pedido do seu capitão, mas só depois de muita desconfiança de Sophie, ela concordou em ir junto com os outros com a promessa pouco confiável de que cuidaria de Angus (ele bateu nas costas do mago e o ferimento começou a sangrar um pouco, dizendo na mesma hora que cuidaria dele).
Decidiram ir para o mundo espiritual antes, pois havia um bloqueio de magias de teletransporte na área por alguma razão desconhecida. Só podia estar em uma daquelas presenças no mundo espiritual.
Encontraram lá teias de aranhas que iluminavam parcamente o local com luzes verdes macabras. Pessoas mutiladas e os antigos cães da casa se lamentavam por estarem presos e feridos pelas mil teias perfurantes.
Ficaram um pouco confusos e temerosos ao ver Athena presa às teias além de ouvir uma voz compulsiva e grave repetir, "quase perfeito, quase perfeito".
Após isso uma cabeça aracnídea aparecera e devorou a cabeça de Athena. Isso foi um golpe terrível para Angus que ficou cheio de ódio.
Era uma criatura medonha, metade homem e metade aracnídeo que tremia as quelíceras com prazer após ter devorado o cérebro da antiga capitã da facção Conselho dos Dragões dos Flecha de Adamante.

Angus começou a nutrir um ódio sanguinário. Quase como um animal selvagem, largou a espada e correu com uma velocidade absurda para atrás do inimigo, por ter destruído o espírito da aliada. O aracnídeo, que era visivelmente acostumado a batalhas, moveu-se pela teia por cima do grupo e passou para o outro lado. Agora havia uma formação de combate estranha:
Angus Grupo Inimigo
Angus agora estava num estado frenético no qual não era mais possível ver a órbita dos olhos e seus braços moveram de uma forma inumana até se esticarem como duas línguas de camaleão até alcançarem o pescoço do inimigo.
-Há! Finalmente aquele estúpido lutará como se deve! - Falou Akuma se empolgando com a sede de sangue que se enxergava no mago. Parecia que Angus despertaria pela 2ª vez.
Vendo seu capitão entrar para a batalha, Odin pela primeira vez na presença do grupo sacou a formidável arma que carregava, uma pesada claymore. Ele estava visivelmente mais forte e logo foi para cima do aracnídeo.
Ao mesmo tempo o grupo atacou, mas, para a surpresa de todos Angus levantou o inimigo e o arremessou no chão. Como resposta o monstro puxou o mago descontrolado pelos braços e o arremessou nas teias. Isso causou três perfuramentos do tórax. Já era o segundo ferimento sério que ele levara, junto com a mordida do beholder e agora parecia em péssimas condições, mesmo tendo recebido de Odin os primeiros socorros antes da batalha.
Akuma e os outros deram vários golpes na criatura e o rumo da batalha estava indo bem, apesar de um quase estar morto. Hanns tratou de corroer os espetos que cortaram Angus.
Estranhamente ele se levantou e logo estava do lado dos que combatiam. Ele arrancou com as mãos uma das pernas da aranha, que deu um grito de dor horrendo.
Observando uma das raras quedas da guarda da aranha Odin aproveitou e golpeou com toda a sua força. O que restou foi um inimigo com um corte sangrento que vinha do lado do pescoço ao meio do peito: morte certa.
O monstro saltou, caiu e encolheu-se já sem vida, transformando-se depois num humano com o mesmo corte e sem vida.
Será que a morte será certa também para os Cavaleiros Arcanos.
Os ossos foram lançados para prever o destino...


