Cercado das mais estranhas formas da suposta humanidade, aliados que simplesmente ignoram quaisquer ética natural de tempo ou espaço, invadem mentes e corrompem espíritos desencarnados. A humanidade vai aos poucos corroendo e deformando não só este mundo mas também a sombra, de forma brutal para satisfazer os seus efêmeros desejos... tolos! Desconhecem as conseqüências dos próprios atos e o preço que pagam diariamente após a fomentação de tanto caos e imundície.
A cada gota sangrada, a cada naco de carne rasgado, minha própria natureza humana se esvai como areia de ampulheta. Ao mesmo tempo me sinto ligado aos tortuosos e misteriosos aliados a que o destino me uniu. Observo, estou sempre observando seus atos (como, aliás, é de minha natureza), mas os últimos acontecimentos e a perversão de tão bom locus me trouxeram à luz da realidade.
Dividíamos inimigos e objetivos comuns, agora os laços vêm se enfraquecendo, apenas poucos fragmentos me mantém nesse tão distinto grupo. A Ironia foi um pecado tão pútrido não fora realizado por um humano insolente, mas por semelhante lupino! Como ousa um lobo ter tamanha desconsideração e desrespeito pela essência? Mas está por vir a conseqüência, o preço por tal traição virá em dor e sangue!
A tribo de ferro é conhecida por sua capacidade de adaptação a humanidade, somos exímios caçadores e ainda temos a capacidade de ingressar na sociedade humana sem sermos percebidos. Contudo me questiono até onde vai a minha plasticidade dentro do meu atual e discrepante grupo. Ainda que minha própria existência seja paradoxal, tal como espiritual Ithaeur e tecnológico mestre do ferro. A aliança com bruxos, vampiros e lobos inconseqüentes ainda me custará caro! Espero ao menos conseguir frutos satisfatórios com meu empenho.
A estafa e a solidão corroem minha alma e sanidade aos poucos, as crônicas registradas e guardadas dão algum alento e fazer o sangue dos inimigos jorrar consegue manter o espírito um pouco mais calmo... mas ultimamente tem sido difícil. Terei de abdicar de meu orgulho e buscar as escuras o meus iguais, mostrar-lhes o atual rumo de nossa decadente cidade e talvez assim consiga trazer alguma mudança decente a este território.
A sede de presença dos meus é crescente e meu orgulho tem cada vez menos significado, é apenas uma fraqueza da minha faceta humana. Vejamos o que o velho Albion "sangue de ferro" tem a me dizer quando souber os detalhes por trás da ultima onda de caos que atingiu essa cidade. Sua orientação me é mais que nunca necessária. Como se mantém os mundos em ciclos, retorno ao meu próprio início...
A cada gota sangrada, a cada naco de carne rasgado, minha própria natureza humana se esvai como areia de ampulheta. Ao mesmo tempo me sinto ligado aos tortuosos e misteriosos aliados a que o destino me uniu. Observo, estou sempre observando seus atos (como, aliás, é de minha natureza), mas os últimos acontecimentos e a perversão de tão bom locus me trouxeram à luz da realidade.
Dividíamos inimigos e objetivos comuns, agora os laços vêm se enfraquecendo, apenas poucos fragmentos me mantém nesse tão distinto grupo. A Ironia foi um pecado tão pútrido não fora realizado por um humano insolente, mas por semelhante lupino! Como ousa um lobo ter tamanha desconsideração e desrespeito pela essência? Mas está por vir a conseqüência, o preço por tal traição virá em dor e sangue!
A tribo de ferro é conhecida por sua capacidade de adaptação a humanidade, somos exímios caçadores e ainda temos a capacidade de ingressar na sociedade humana sem sermos percebidos. Contudo me questiono até onde vai a minha plasticidade dentro do meu atual e discrepante grupo. Ainda que minha própria existência seja paradoxal, tal como espiritual Ithaeur e tecnológico mestre do ferro. A aliança com bruxos, vampiros e lobos inconseqüentes ainda me custará caro! Espero ao menos conseguir frutos satisfatórios com meu empenho.
A estafa e a solidão corroem minha alma e sanidade aos poucos, as crônicas registradas e guardadas dão algum alento e fazer o sangue dos inimigos jorrar consegue manter o espírito um pouco mais calmo... mas ultimamente tem sido difícil. Terei de abdicar de meu orgulho e buscar as escuras o meus iguais, mostrar-lhes o atual rumo de nossa decadente cidade e talvez assim consiga trazer alguma mudança decente a este território.
A sede de presença dos meus é crescente e meu orgulho tem cada vez menos significado, é apenas uma fraqueza da minha faceta humana. Vejamos o que o velho Albion "sangue de ferro" tem a me dizer quando souber os detalhes por trás da ultima onda de caos que atingiu essa cidade. Sua orientação me é mais que nunca necessária. Como se mantém os mundos em ciclos, retorno ao meu próprio início...
Que o lobo vermelho me dê sagacidade e a lua crescente, sabedoria... O futuro é cada vez mais misterioso e sombrio...



