Legado das Trevas

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Esse é um site que conta um pouco da história do jogo de RPG - Mundo das Trevas chamado Legado das Trevas que é uma história fictícia ambientada
em Salvador.
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Cri...Cri...Cri...
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domingo, 23 de novembro de 2008

O nome do espírito

_ Qual é o meu nome?

A pergunta havia sido realizada pela quinta vez. O espírito era implacável. Ele queria uma resposta. Ele precisava de uma resposta. Não que ele não soubesse a resposta, mas ele precisava que o seu discípulo soubesse a resposta, mesmo sem nunca ter escutado. O jovem lupino gaguejava. Arfava tentando responder, mas nenhuma palavra saía. Qual era o nome do espírito? E, afinal, espíritos tinham nome?

_ O que eu sou?

O espírito havia mudado a pergunta. Se o seu discípulo não sabia de antemão a resposta à primeira pergunta, ele o guiaria pelo caminho da sabedoria.

_ U-uma... coruja.

_ Apenas isso?

A voz do espírito soou forte como um relâmpago rasgando o céu. O lupino em forma humana suava copiosamente, vertendo de suas têmporas verdadeiros rios de nervosismo.

_ Se não sabes quem sou, como pretende me servir? Dizes que és meu maior adorador... me faz oferendas diárias... mas não sabes nem mesmo quem ou o que sou?

O espírito fez uma pausa. Estava apenas preparando terreno na mente daquele jovem uratha.

_ Pois ouça agora... e lembre-se até o fim de seus dias mortais. Eu sou o senhor da noite e da caça. Meu pio tem o cheiro do meu nome e faz tremer meus inimigos quando estes o escutam. Não há imagem que fuja aos meus olhos, podendo eu localizar uma mosca a quilômetros de distância. Sou silencioso, furtivo, mortal, caçador perfeito. Trago no rastro do meu caminho a sabedoria aplicada. Já melhorei muitas cidades por este sertão afora. Gosto de música e bons hábitos e em meu coração morou apenas uma. E em grandiosidade só me supera a minha fama.

O uratha respirava rápido agora. Seu coração estava inflamado de adrenalina. Seu lado mais forte havia sido despertado pelo espírito... seu lado guerreiro, caçador, destruidor e, de certa forma, construtor.

_ E então? Qual é o meu nome?

A última pergunta soou grave como tambores rimbombando em meio a uma tempestade. E a resposta veio certa, da garganta do jovem uratha que não mais gaguejava, seguida de um sorriso do espírito em forma de coruja.

_ Tu és... Lampião.

segunda-feira, 3 de novembro de 2008

O Conselho de Ostara / O Sábio Predador Cinzento Silencioso / A vingança do Lancea Sanctum (Capítulo 3.1)

Por (?????)

Com Desespero capturado, como será a vingança do Lancea Sanctum? Jéssica conseguirá se sair bem depois de diablerizar um vampiro deles?


Será que todos os Urathas pertencerão a alcateia da Coruja?


Estaremos entre aliados? Quem será o novo líder da Torre Negra? Sophie e Raimundo conseguirão prestígio no Adamantine Arrow?

Sif - Líder da facção The Crucible


Akuma - Více-Líder da facção The Crucible


Oxum - Více-Líder da facção The Crucible



Athena - Líder da Facção The Council Of Dragons


Govannon - Více-Líder da facção The Black Tower


Angus - Více-Líder da facção The Black Tower

Em breve descobriremos...


sábado, 25 de outubro de 2008

A luta final contra o desespero / Quebra da aliança entre os Cavaleiros Arcanos(Capítulo 2.3)

Por Govannon:

Percebemos onde estava Sophie. Abaixo do solo. Salvar-la era a prioridade, depois sairíamos de lá. Aliás, não só esse objetivo, tive uma idéia depois de chegar na casa semi destruída e destruir a ilusão do vampiro Desespero.

A casa era na verdade uma casca de habitação, sem cômodos, sem divisões trabalhando para um bem comum, bem como a criatura que iríamos enfrentar.

Desespero...

Outras pragas como ele nos enfrentarão em breve, precisamos de saber como eles se organizam, seus poderes e por isso preciso mantê-lo vivo. Os outros ficarão irritados e contra mim como ocorrera antes na casa, mas paciência.

Esses pensamentos antecederam o que aconteceu logo em seguida: Kyrie destruira o chão que era demasiadamente fino e totalmente de madeira.

Logo vimos Desespero e seus comparsas.

Uma ameaçadora espingarda era apontada para a cabeça de nossa aliada Sophie. Precisei agir o mais rápido que pude. Corri e arranquei a espingarda da mão de um dos nossos oponentes e o combate começou brutalmente.

Os lobisomens uivavam ferozmente, Jéssica atirava com sua escopeta "old gangsta". Sophie tentou se jogar ao chão e Luiggi usou de toda a sua velocidade de lobo e arrancou a cadeira onde Sophie estava amrrado de perto do inimigo com a própria ainda amarrada

Prontamente Sophie se desamarrou e saltou de cima da cabeça do Uratha, logo tentando dizer para o vampiro que não havia nada do que eles procuravam na casa deles.

Percebi que isso foi um blefe mágico. E dos bons!

O Nosferatu, crédulo na ruiva, se enfureceu por pensar procurar água no deserto. Então decidiu matar a todos.

Por um momento todos nos descuidamos e eu apaguei. Lembro-me de acordar depois com com fortes dores no peito. Só descobri o que se passou depois porque usei da poder de adivinhação da esfera tempo para decifrar.

A luta seguiu atroz, como eles decidiram lutar até matar Desespero não havia mais escolha.

Por um breve momento achei que alí seria nosso túmulo, isso logo após despertar novamente sem poder quase nenhum. Jéssica ficava cada vez mais pálida, logo entraria em frenesí de fome e os urathas aos poucos ficavam crivados de balas, tudo estava desandando.

Kyrie invocou o poder do seu totem e intimidou a todos inimigos, e, por um breve momento, assustou até o próprio Desespero. Entretanto aquela praga tem o poder da disciplina Pesadelo com ele. Intimidá-lo não é uma tarefa simples, ele manipula esse tipo de emoção.

Embora Desespero não fosse afetado, os seus lacaios eram. Assim todos ficaram atônitos de medo e paralisados com o selvagem poder do Predador Cinzento Silencioso: a Coruja.

Ótimo, grande feito! Agora bastava parar o vampiro! E capturá-lo, é claro.

Mesmo com o grande poder do nosso adversário, estávamos em vantagem numérica. Por fim ele caiu, mas quando sua última fagulha da sua não vida iria embora eu deixei-o viver.

O resultado saiu muito pior do que eu esperava...

Agora creio que todos os meus aliados estão contra mim, mesmo eu tendo uma atitude tática eu diria. Até Jéssica repudiou minha atitude.

(...)

(...)

Muito tempo depois voltei a minha casa e alguns fizeram o mesmo, perdi as coisas do controle, o que será que acontecerá no Conselho de Eostara?

Só os Deuses sabem...

segunda-feira, 6 de outubro de 2008

Luta contra o Desespero / A ave de rapina mais sábia (Capítulo 2.2)

Cadáveres...

Muitos deles...

A casa virara uma espécie de carnário e o sangue decorava as belas paredes e piso da requintada Mansão Wildemberg. Artérias ainda borrifavam enquanto nós, os Cavaleiros Arcanos, arrefecíamos os nossos ânimos. Em minha parte, estava furioso ao perceber que levaram Jéssica e Sophie, não sei aos outros, se estão tão ligados, mas para mim é como se fôssemos irmãos de armas nessa batalha sobrenatural.

Após algumas horas de discussão sem resultados do que faríamos com os corpos, uma pequena figura aparece.

Um pequeno vulto, com sangue banhando a testa apareceu. Por um breve momento pensei ter visto um dos mortos levantarem, algo que não seria novo, já que a arcanum morte faz isso.

Mas não era totalmente morto o vulto. Quer dizer, morta...

Jéssica voltou com uma estranha cicatriz na testa. Quando Kyrie se aproximou algo realmente assombroso aconteceu.

A cicatriz na testa passou a olhá-lo.

Sim, um terceiro olho fora implantado em Jéssica. Aquilo me causou um misto de estranheza e interesse em saber o que era aquilo em mim que fiquei sem saber como agir. Kyrie, puxou sua ameaçadora faca nordestina e apontou para o peculiar olho, ele parecia querer arrancá-lo.

Finalmente voltei do meu mundo de reflexões. Disse a Kyrie para não tentar resolver tudo por métodos selvagens, não que ele seja, mas queria provar ao conselho que os nossos honrados aliados lobisomens podem ser grandes guerreiros sem serem basicamente animais sem nenhuma inteligência. Disse para eles que tínhamos de provar isso no dia.

Não me entendam mal, se pensaram na forma Gauru, vocês podem controlar o poder de vocês, assim como nós magos, evitamos de virar demônios por nosso poder e pelo paradoxo.

A praga Nosferatu mandara um aviso por Jéssica. Foram mortas 25 pessoas, e não 25 vampiros.
Merda!!! O que será de nós? E o conselho? Onde é que fica a minha consciência nessa história? E o conselho? Será que vão nos tratar da mesma forma?

Meu desespero foi acabando aos poucos, mesmo que fosse só interno. Resolvemos a história e continuamos a resolver como ajudaríamos Sophie.

Kyrie sabiamente concordou e reuniu os lobisomens, ele me disse que tinha algo para resolver entre eles. Prontamente concordei. Não há porque uma traição dessas, seria uma desonra para ele e perderia até o respeito de sua tribo, que eu ajudei.

Esperei até eles voltarem, pois eu não poderia deixá-los fora da ação de salvamento de Sophie.

Os lobisomens se foram.

Fiz o que Jéssica queria, tanto de tirar aquela aberração de sua testa, quanto transformá-la em uma adulta, pois ela foi transformada em vampira ainda pequena, mas parece que ela não quer essa forma o tempo todo. Talvez uma das suas máscaras, além de não transparecer para os outros que é vampira, é sempre se manter na forma de jovem, pois parece que ela consegue melhor o que quer.

-Será que você pode me fazer ser uma adulta literalmente? - Ela perguntou?

-Isso vai ser fácil - Eu respodi.

Transformei-a por algum tempo.

- E Sophie, vamos tentar resgatá-la sozinhos? Não será muito imprudente?

- Não se preocupe.

- Dê-me um exemplo de seu verdadeiro poder.

- Eu poderia varrer Salvador inteira com um furacão, por exemplo, mas isso sim seria imprudente.

Certo.

Os Urathas foram para a tribo aliada de Kyrie e entraram em um estado de êxtase por meios místicos e por bebidas alucinógenas dos índios. Entraram em uma espécie de ressonância com as ondas do ephemera (espécie de "átomos" do mundo espiritual) e conseguiram romper a Gauntlet (película). Nesse mundo obscuro eles procuraram o espírito da mais sábia das aves de rapina. A coruja.

E todos os quatro Urathas (Luiggi, Ane, Rafael e Kyrie) iniciaram uma poderosa alcateia. E seu patrono seria a Coruja. Qual será o nome desse sábio espírito? A interação entre eles fora breve, mas selou o pacto entre os guerreiros e a sábia ave.

Nos reunimos novamente no templo dos Cavaleiros Arcanos e partimos para a Cidade Baixa.

Sim, o vampiro nosferatu estava lá, segundo Jéssica.

Ao chegar na Ladeira da Montanha, terrível lugar onde se cometem várias atrocidades, achamos o casarão semi-abandonado onde estava o vampiro.

Disse semi-abandonado.

Quando entramos eu percebi que aquilo era apenas uma ilusão. O nosferatu tentava nos confundir visto que só havia um casarão vazio. Literalmente, só havia as paredes de fora e nem mesmo as internas eram inteiras.

Sentado em um trono de madeira com um recosto vagabundo para os pés, estava, ele.

Jéssica tentou uma falsa diplomacia, dizendo que trouxe a ele as pessoas que ele pediu.

"Trouxe? - Deve ter pensado ele."

Uma foice bizarra foi empunhada por ele, que se levantou com uma cara de interesse mediano nos seus convidados.

O combate começou.

Percebi que de início havia uma disputa para ver quem agia mais rápido. Para que tanto tempo extra se não tinham uma estratégia antes? Também não sei porque alguns usaram de armas não tão apropriadas para esse tipo de combate. Corpo à corpo era o que mais queria aquela praga sugadora de sangue.

As balas que atirávamos nele, logo eram regeneradas. Mas uma boa espingarda sim faz efeito!

Luiggi resolveu usar a arma que eu mais esperava dos Urathas de serem usadas. As garras do Gauru. Grande guerreiro!

O Mestre do Ferro lutou com extrema habilidade contra o vampiro, mas só ainda não era o suficiente para derrotá-lo.

Detalhe. Será que eles perceberam que isso é uma ilusão? Vou deixá-los lutar mais um pouco.

Aos trancos e barrancos, como dizemos por aqui na Roma Negra, os Cavaleiros Arcanos foram dominando o combate. Ótimo! É assim que tem de ser!

Resolvi finalmente influenciar o combate. Curei algumas feridas de meus bravos aliados e avancei para surpreender o meu "inimigo". Pena que ele estava só em minha mente, pois seria mais interessante se eu o derrotasse naquela hora.

Fiz uma pequena distorção na 4º dimensão, também conhecida como tempo (hahahaha) e parei atrás de meu "inimigo". Ele se virou, foi para outra posição e tentou me atacar. Parei a foice dele com a mão.

Depois disso deixei chamas prateadas, também ilusórias, para atrapalhar o falso inimigo. Eles o derrotaram.

Depois tenho que pedir a eles para lutarem com mais atenção e prudência...

O poder do Desespero(Capítulo 2.1)


Ordenamos nosso grupo. O Conselho de Eostara (antes da primavera) estava próximo e em breve veríamos os magos-guerreiros da Flecha de Adamante. Uma coisa me intrigou desde o início. A união entre nós é muito difícil. Quatro magos (eu, Antonio, Raimundo, Sophie) quatro lobisomens (Anne, Kyrie, Luiggi e Rafael) e uma vampira (Jéssica). Nove somos nós, assim como é o número de líderes na Flecha. Um Grão-Mestre e dois Vice-Mestres.

Descansamos no mesmo dia do monstro dos 6 braços. Nos reunimos uma semana depois, 7 de setembro no dia da falsa independência do Brasil, pois quem o fez de verdade foram os nossos antepassados do Flecha de Adamante junto ao povo aqui no 2 de julho.

A noite fomos acometidos por uma praga vampírica. Algo terrível! Vinte e cinco vampíros mais um outro de tamanho atroz invadiu nossa casa, que eu sempre pensei ser totalmente segura.

Inferno!!!!! Aquela praga pegou minha pupila Jéssica e Sophie!!!!!

Antonio teletransportou-se e chamou os lobisomens, mas não fomos rápidos o bastante. Lutamos feito desesperados, mas o Nosferatu fugiu com as duas.

Ele pagará caro por isso!

Pelo orgulho dos Flecha de Adamante, eu o matarei!

A casa maldita. Ou será bendita? (Capítulo 1.4)



Meus aliados começaram seu ataque. Sim, fingi que na casa havia recursos místicos nas mãos daquelas criaturas que atormentavam-nos. Eram duas questões: atacar, para acabar com os inimigos e ganhar o "ouro" ou fugir e ficar com o "ouro dos tolos". Sábia escolha meus amigos. Resolveram atacar!

Combinei tudo com Jéssica. Ela e seu obscuro poder de influenciar mentes ganho de uma forma abrupta somado com uma ajuda minha ajuda seria o bastante. Sim, o aprendizado dos meus caros amigos se aproximava. Eu não podia deixá-los descobrir nada. Destruí qualquer pista sobre o dono da casa (também conhecido como eu) e os deixei investigar.

Eles então decidiram invadir a casa diretamente, mas de uma forma tática: a Mansão Wildemberg (sim, esse é o nome da casa) estava cercada de árvores e seus flancos consistiam em um parapeito de pedra e madeira para um desfiladeiro. Exato! Lá eles podem ir diretamente a Jéssica que irá ter o contato visual com eles para iniciar o teste.

Sim, eles todos: Raimundo, Antônio, Luiggi, Rafael e Sophie decidiram entrar na casa por meio do teletransporte. Escalaram o muro de pedra até alcançarem o parapeito. Jéssica então agiu. E os deixou aterrorizados. Hahahahaha! Minha pequena notável! Ela saiu olhando-os com o canto de seus doces e terríveis olhos.

Para certificarmos que eles acreditavam nas ilusões mandamos 2 cães para enfrentá-los.


Ótimo! Eles não conseguiram enxergar através da ilusão! Agora eles entraram na casa e verão seus piores pesadelos. As portas e janelas foram seladas. A partir daí o desespero tomou conta de todos.

Raimundo teve sua sorte mágica anulada, azar era quase seu nome.
Antônio teve seu espírito aventureiro destroçado com a perda de braços e pernas.
Luiggi e Rafa começaram a ver lanças de prata saindo de todas as paredes e encurralando-os.
Pior era para Sophie. Ela tinha seu bom espírito brutalmente testado.

A pequena Jéssica e Sophie sofriam de uma terrível sede progressiva e só havia um copo d'água.

A vida das duas era um cálice, transparente e brilhante. Não parecia ser possível haver meia vida para cada...

Sophie, sofria e se arrastava em direção ao cálice que representava sua vida, ao mesmo tempo a criança se encolhia de sede.

Todos se desesperavam, se encolhiam de medo ou de impotência frente às ameaças. Sim, até mesmo os Cavaleiros Arcanos sentem medo, isso é fato, mas eu sempre acreditarei na inabalável força deles para superar tudo.

A criança e a ruiva beberam da água, num impossível gesto de bondade e as duas deitaram-se pelo frio chão do lugar. Foi aí que o teste final apareceu.
-Acho que eu já me cansei de dominar a mente de vocês. Agora vou destroçá-los com meus 6 braços!

Minha frase foi dramática, mas um tanto porca eu admito, mas aqueles dentes e 6 braços em mim foram o suficiente para criar o temor neles.

Fiz o monstro (que era a imagem de um semi-deus) atirar um raio em mim e forjar a minha morte. Nesse tempo (que era pouco) corri e assumi o controle da criatura (agora eu era o próprio monstro). Assim começou o combate.

Ví os olhos deles, tanta sede de sobreviver, como a que acometeu Sophie, seus olhos quase lançavam chamas e eles, mesmo em posição arriscadíssima atacaram de frente. Os lobisomens transformaram-se em poderosos e honrados gaurus, os magos tentavam melhorar suas habilidades e atirar com tudo que podiam, ou tentar destruir a mente do adversário deles.

Quando eles descarregaram alguns tiros em mim achei melhor partir para um combate corpo a corpo para intimidar mais, Raimundo resistiu bravamente e os lobisomens atacavam bravamente com suas garras.

Antônio observava a batalha e tentou uma estratégia difícil. Esperar o monstro lançar mais um dos seus raios e lascar o espaço dimensional refletindo o ataque.

Eu percebí isso e parti para o ataque final. Eles tinham que descobrir, eu sei que eles conseguem passar nesse teste. Não é só força bruta. Avante Cavaleiros Arcanos!

Antônio então concluiu! Ví seu rosto surpreso, e quase como uma reação em cadeia os outros entenderam. A garota! Como pudemos esquecê-la! Eu quase ouví os pensamentos deles. Assim eles desseram uma pancada na cabeça de Jéssica.

E então o encanto foi quebrado.

E então eu os mostrei como é o Mundo das Trevas.

E assim espero que sejamos as luzes nessa escuridão...

domingo, 21 de setembro de 2008

A calmaria de Pituaçú e a tensão do mundo verdadeiro (Capítulo 1.3)

Hoje a calmaria reinou, mas só literalmente, pois o mundo ainda é o mesmo. Apenas reuní meus aliados, os Cavaleiros Arcanos e tivemos uma reunião de como iríamos para o nosso próximo passo: a Mansão Wildemberg. Na verdade essa é minha casa, mas nada como um falso nome de proprietário da casa para eles não desconfiarem que os levarei para o meu último aprendizado, quer dizer... Um dos primeiros. São como vestibulandos do mundo real.

Vamos. Invadiremos minha própria casa.

quarta-feira, 10 de setembro de 2008

Primeira impressão - O surgimento dos Cavaleiros Arcanos (Capítulo 1.2)

Finalmente reuní todos. Tudo está indo como eu pensei. Foi em um dos meus eventos dessas músicas ruins que o povo daqui gosta, mas assim atrairia menos atenção.

Desconfiança...

Intriga...

Tudo isso estava dificultando as coisas, eles são pessoas muito diferentes.Quanta indisciplina!Assim não farei minha Cabala nunca! Inferno! As coisas não estão indo do jeito que eu quero!

Como vou convencer aquele conselho de iniciá-los? Missão difícil, pra não dizer impossível...

Foi passando o tempo, e eles simplesmente continuam brigando, mal se conhecem...

Fingi por um tempo q prestava atenção e deixei correr. Que o bom "destino" e a boa conversa os faça melhorar sua convivência. Não é que funcionou? A primeira impressão não é a que fica de fato. Ótimo!

Resolvi esquentar as coisas logo... Destruir uma grande e influente boate não é nada se isso juntar pessoas com potencial grande feito elas. E elas tem um certo espírito bélico que os Crucibles adorariam... A Flecha de Adamante pode ganhar muito com isso e eles também.

Fogo para todos os lados, o sistema elétrico do lugar todo falhou, mesmo com a tentativa do mago nipônico. Reuní de novo as 5 figuras sombrias e a tensão tomou conta de todos. Perdoem-me. Era apenas um ensinamento de um professor rígido. Vocês me agradecerão no futuro.

Após a fenda na parede todos desceram. Destaque para a grande habilidade da ruiva Sophie. A Torre Negra com toda certeza se interessará por ela.

Nessa hora testei a força de combate deles. Pois ví que suas palavras já eram afiadas. Algumas figuras vampíricas será um teste demasiado forte e bom. Vejamos... Uma praticante de Le Parkour, um de kung fú, habilidades razoáveis de tiro. Hum... Diamantes a serem lapidados. Sofrerão nas mãos dos Flecha, mas serão combatentes Arcanos formidáveis. Quanto aos metamorfos. Quanta força bruta, entretanto, quanta falta de tática! Se eles conseguirem domar sua fúria serão os maiores guerreiros da Terra. Como dizem por aqui... Pau à pau com os Flecha... Melhor dizendo: garra à lâmina mágica.

sábado, 6 de setembro de 2008

O Evento Obscuro - Sangue, presas e magia. (Capítulo 1.1)

Certo, digamos que finalmente sou um verdadeiro Flecha de Adamante, mas tenho meus objetivos. Por isso os chamei, quando vocês lerem isso saberão o que quero dizer. Então vamos lá:

A Luta. Que luta é essa de que tanto falo? Espíritos malignos nos caçam e devemos nos proteger? Sim, vocês não devem se esquecer disso, mas por mais que sejam poderosos, há outros aqui que devemos nos preocupar também. Vampiros, lobisomens, magos, fantasmas. Eles são uma ameaça para a humanidade e para nós também. Cuidado meus amigos!!! Nunca os confronte em situação de desvantagem. Também não serão todos que serão de todo mal se aliar. Há valorosos lobisomens dos clãs Garras Sangrentas e Mestres do Ferro que são confiáveis além de uma vampira que é minha pupila direta, espero que vocês sejam aqueles valorosos que eu espero.

Enfim, eu tinha que reuni-los de alguma forma, sim fui o mais rude possível, mas vocês agora sabem o quão terrível um espírito pode ser. Vou relembrá-los de como foi o encontro de vocês.

Primeiro, como um produtor de eventos que sou, forjei um que fosse do agrado da maioria de vocês. Ocultismo. Isso nos interessa muito e assim foi feito. Seria um evento na praia de Buraquinho, com Runas, rituais, essas coisas que eu sei que vocês manipulam. Entretanto, só 3 de vocês eu alcancei, talvez os outros não receberam o cartaz do evento. Foi o suficiente. Luiggi, Kyrie e Raimundo foram.

No início desconfiaram, porque será que só eles foram convidados? Entretanto toparam o desafio e partiram para a exploração direta. Caminharam para a escuridão vindoura.

Lá enxergavam 5 criaturas obscuras, iguais a corvos em forma humana prontos para devorar o produto de uma luta que estava por vim, mas quem era o adversário? Sim, logo que adentrou a Convenção, o Garra Sangrenta se encantou com um totem de coruja. Logo não conseguia desgrudar dele. Então, pequenos demônios começaram a sair do solo e uma esfera azul envolvia as pequenas pragas junto ao lobisomem e seu precioso amuleto. Os imps amaldiçoavam e caçoavam do honrado guerreiro e logo provocaram sua ira. Enquanto ele tentava remover o totem para um lugar onde ele achava mais seguro, o Mestre de Ferro e o mago olhavam os abutres homens que esperavam por suas carcaças mortas. Quando finalmente conseguiu a remoção, isso invocou um terrível e gigantesco espírito. Kyrie entrou em sua ameaçadora forma de Gauru e, logo em seguida, travou com o espectro uma batalha mortífera, mas logo ele resolveu lutar no Plano das Sombras, o que julgou ser uma vantagem.

A luta continuava com sérios problemas para o honrado Kyrie, mas logo uma força oculta o chamou para o Plano Material. Sabiamente, os observadores Luiggi e Raimundo perceberam que agora o honrado guerreiro já perdeu todo o controle sobre sua fúria e agora partiu para destroçar qualquer coisa viva que havia na frente dele.
Logo o sortudo nipônico "achou" um aliado canino que sacrificou sua vida para salvar a vida dos dois. Kyrie destruiu até os ossos do cachorro...

terça-feira, 26 de agosto de 2008

Do Crepúsculo à Noite

Obrimos... Magia... O Ódio...

Aquela noite fora incrível e terrível! A mera proximidade à macabra criatura criava um misto de dor incontrolável e uma sede de vingança tremenda. Sim, os raios... Agora eu queria bancar o terrível e mandar a praga pro quinto dos infernos, mas a ferida começava a afundar misteriosamente rasgando carne, ossos e força de vontade.

Olhos reviravam, sangue jorrava por nariz e boca e ao último suspiro... um golpe de sorte. Acho que afastei o demônio. Será que isso mesmo que aconteceu? Não, outros espreitavam, usavam algo parecido com trages medievais de combate, algo como camisões de cota de malha com uma torre negra desenhada. E foi assim que conhecí à todos os Flechas de Adamante. Black Tower, The Crucible, Council of the Dragons, tudo isso era muito novo e muito intrigante. Lá haviam outros ursos que estranhamente compartilhavam com A Luta. Mesmo assim não parecia que seria fácil. Pelo contrário.

O mundo estava anoitecendo e havia apenas algumas pequenas tochas de fósforo acesas...

terça-feira, 12 de agosto de 2008

Why I fight - parte 2

Deus. Deusa. Eu creio! Porque não consigo pedir ajuda deles? Será que os negligenciei e agora em momento de terror estou barganhando minha vida? Será que sou mesquinho a esse ponto? Não! Sempre estive com eles, apesar de conhecê-los a pouco tempo. Me ajudem! Em desespero gritei:

Dagdá! Morigú!

Dagdá Lord of Wisdom guide our souls to Wisdom
drown us in Your magic cauldron-bless our journey!


With Your Power they'll follow me
Wash me with Your stronger Magic
Look at me, guide with Your Wisdom
Bless my sword my Crow of death!


Foi assim que descobri A Arte.



No momento que eu pude ver uma torre branca, parecia ser totalmente de marfim. Uma incrível chave dourada resplandecia acima e ela abriu uma porta, que me mostrava o mundo dos Deuses. Eles estavam lá, e dos céus caiu um raio entre os todos os ursos, inclusive o ferido.



Os ursos agora viam que o inimigo real era outro. Levantei-me revigorado com os ursos irmãos. Ví algo terrível. Percebí o que há de verdade no nosso Mundo Material, o Mundo Caído. Os ursos eram guiados por algo que parecia o próprio ódio. Contra ele eu luto. Para limpar o mundo da escória eu luto.


sexta-feira, 8 de agosto de 2008

Why I fight - parte 1

Certa vez estava em um zoológico. Era um dia calmo na Roma Negra. Queria me livrar das perturbações de investidores, parceiros e outros produtores de eventos imbecís. Como são estúpidos! Porque gostam de fazer festas no outono sem prever chuvas? É outono! E ainda esses gostos musicais peculiares que essa cidade tem... Enfim. Pão e circo ao povo na Roma antiga.Pagode e Bolsa Esmola na nossa Roma.

Melhor dizendo, um dia profundo. Igual ao pequeno lago artificial dos grandes ursos. Denso. Imperceptível mesmo próximo da margem. Escuro era o lago, bem como os ursos. Eu era o urso. Fora do meu habitat natural, mesmo nascendo aqui. Não quero ser o vangloriador do estrangeiro. Imbecilidade, isso é. Só quero dizer que tem coisas aqui que me irritam, outras que deveriam melhorar, mas há as coisas boas também. Mesmo os ursos gostam do rio, do alimento abundante, mas algo os falta, bem como pra mim.

Estão presos. Para sempre.


"Liberdade, essa palavra
que o sonho humano alimenta
que não há ninguém que explique
e ninguém que não entenda."
Liberdade...
Que porra Cecília Meireles queria dizer com isso? Parece fácil saber como existe o pensar, mas ninguém explica como todo aquele lance de sopa primordial e evolução fez, ao passar do tempo,existirem a priori unicelulares e, depois, nós.

Pra que eu tô pensando nisso agora? Deixe-me voltar ao mundo "normal". Aonde eu estava? Sim! Liberdade, ursos... Deixe-me vê-los... Agora denso não é só o lago, o céu também se tornou denso. Vai chover. Sim. Agora o céu está desabando água. Porra! Verei os ursos assim mesmo. Eu havia decidido isso desde o início da semana.

A água ofusca minha visão toda, mas não importa, vou tentar me aproximar mais, talvez do outro lado seja mais fácil. Há um limo nesse parapeito, só percebi agora que minhas mãosestão que nem a desses imbecís que costumamos votar. Maldição! Que merda! Acabei caindo na porra do espaço do urso! Onde estão as pessoas?!?

Socorro!!!

Um medo bruto me assolava e uma puta dor gelada como se a morte cravava suas garras em minhas entranhas insandecidas de medo. Os ursos não querem ninguém no lago deles. Agora estou cercado. Morte certa. O que pareciam ser garras imaginarias aumentando meu medo se transformaram em garras reais. Um golpe furioso foi dado em meu peito se extendendo até minha barriga. Frio em todo o corpo. Por causa da chuva, por causa do ferimento, por causa do medo. Será que agora que vem o fim? Viví para chegar até aqui sem descobrir o que vim fazer?