
Meus aliados começaram seu ataque. Sim, fingi que na casa havia recursos místicos nas mãos daquelas criaturas que atormentavam-nos. Eram duas questões: atacar, para acabar com os inimigos e ganhar o "ouro" ou fugir e ficar com o "ouro dos tolos". Sábia escolha meus amigos. Resolveram atacar!
Combinei tudo com Jéssica. Ela e seu obscuro poder de influenciar mentes ganho de uma forma abrupta somado com uma ajuda minha ajuda seria o bastante. Sim, o aprendizado dos meus caros amigos se aproximava. Eu não podia deixá-los descobrir nada. Destruí qualquer pista sobre o dono da casa (também conhecido como eu) e os deixei investigar.
Eles então decidiram invadir a casa diretamente, mas de uma forma tática: a Mansão Wildemberg (sim, esse é o nome da casa) estava cercada de árvores e seus flancos consistiam em um parapeito de pedra e madeira para um desfiladeiro. Exato! Lá eles podem ir diretamente a Jéssica que irá ter o contato visual com eles para iniciar o teste.
Sim, eles todos: Raimundo, Antônio, Luiggi, Rafael e Sophie decidiram entrar na casa por meio do teletransporte. Escalaram o muro de pedra até alcançarem o parapeito. Jéssica então agiu. E os deixou aterrorizados. Hahahahaha! Minha pequena notável! Ela saiu olhando-os com o canto de seus doces e terríveis olhos.
Para certificarmos que eles acreditavam nas ilusões mandamos 2 cães para enfrentá-los.

Ótimo! Eles não conseguiram enxergar através da ilusão! Agora eles entraram na casa e verão seus piores pesadelos. As portas e janelas foram seladas. A partir daí o desespero tomou conta de todos.
Raimundo teve sua sorte mágica anulada, azar era quase seu nome.
Antônio teve seu espírito aventureiro destroçado com a perda de braços e pernas.
Luiggi e Rafa começaram a ver lanças de prata saindo de todas as paredes e encurralando-os.
Pior era para Sophie. Ela tinha seu bom espírito brutalmente testado.
A pequena Jéssica e Sophie sofriam de uma terrível sede progressiva e só havia um copo d'água.
A vida das duas era um cálice, transparente e brilhante. Não parecia ser possível haver meia vida para cada...
Sophie, sofria e se arrastava em direção ao cálice que representava sua vida, ao mesmo tempo a criança se encolhia de sede.
Todos se desesperavam, se encolhiam de medo ou de impotência frente às ameaças. Sim, até mesmo os Cavaleiros Arcanos sentem medo, isso é fato, mas eu sempre acreditarei na inabalável força deles para superar tudo.
A criança e a ruiva beberam da água, num impossível gesto de bondade e as duas deitaram-se pelo frio chão do lugar. Foi aí que o teste final apareceu.
-Acho que eu já me cansei de dominar a mente de vocês. Agora vou destroçá-los com meus 6 braços!
Minha frase foi dramática, mas um tanto porca eu admito, mas aqueles dentes e 6 braços em mim foram o suficiente para criar o temor neles.
Fiz o monstro (que era a imagem de um semi-deus) atirar um raio em mim e forjar a minha morte. Nesse tempo (que era pouco) corri e assumi o controle da criatura (agora eu era o próprio monstro). Assim começou o combate.
Ví os olhos deles, tanta sede de sobreviver, como a que acometeu Sophie, seus olhos quase lançavam chamas e eles, mesmo em posição arriscadíssima atacaram de frente. Os lobisomens transformaram-se em poderosos e honrados gaurus, os magos tentavam melhorar suas habilidades e atirar com tudo que podiam, ou tentar destruir a mente do adversário deles.
Quando eles descarregaram alguns tiros em mim achei melhor partir para um combate corpo a corpo para intimidar mais, Raimundo resistiu bravamente e os lobisomens atacavam bravamente com suas garras.
Antônio observava a batalha e tentou uma estratégia difícil. Esperar o monstro lançar mais um dos seus raios e lascar o espaço dimensional refletindo o ataque.
Eu percebí isso e parti para o ataque final. Eles tinham que descobrir, eu sei que eles conseguem passar nesse teste. Não é só força bruta. Avante Cavaleiros Arcanos!
Antônio então concluiu! Ví seu rosto surpreso, e quase como uma reação em cadeia os outros entenderam. A garota! Como pudemos esquecê-la! Eu quase ouví os pensamentos deles. Assim eles desseram uma pancada na cabeça de Jéssica.
E então o encanto foi quebrado.
E então eu os mostrei como é o Mundo das Trevas.
E assim espero que sejamos as luzes nessa escuridão...
Combinei tudo com Jéssica. Ela e seu obscuro poder de influenciar mentes ganho de uma forma abrupta somado com uma ajuda minha ajuda seria o bastante. Sim, o aprendizado dos meus caros amigos se aproximava. Eu não podia deixá-los descobrir nada. Destruí qualquer pista sobre o dono da casa (também conhecido como eu) e os deixei investigar.
Eles então decidiram invadir a casa diretamente, mas de uma forma tática: a Mansão Wildemberg (sim, esse é o nome da casa) estava cercada de árvores e seus flancos consistiam em um parapeito de pedra e madeira para um desfiladeiro. Exato! Lá eles podem ir diretamente a Jéssica que irá ter o contato visual com eles para iniciar o teste.
Sim, eles todos: Raimundo, Antônio, Luiggi, Rafael e Sophie decidiram entrar na casa por meio do teletransporte. Escalaram o muro de pedra até alcançarem o parapeito. Jéssica então agiu. E os deixou aterrorizados. Hahahahaha! Minha pequena notável! Ela saiu olhando-os com o canto de seus doces e terríveis olhos.
Para certificarmos que eles acreditavam nas ilusões mandamos 2 cães para enfrentá-los.

Ótimo! Eles não conseguiram enxergar através da ilusão! Agora eles entraram na casa e verão seus piores pesadelos. As portas e janelas foram seladas. A partir daí o desespero tomou conta de todos.
Raimundo teve sua sorte mágica anulada, azar era quase seu nome.
Antônio teve seu espírito aventureiro destroçado com a perda de braços e pernas.
Luiggi e Rafa começaram a ver lanças de prata saindo de todas as paredes e encurralando-os.
Pior era para Sophie. Ela tinha seu bom espírito brutalmente testado.
A pequena Jéssica e Sophie sofriam de uma terrível sede progressiva e só havia um copo d'água.
A vida das duas era um cálice, transparente e brilhante. Não parecia ser possível haver meia vida para cada...
Sophie, sofria e se arrastava em direção ao cálice que representava sua vida, ao mesmo tempo a criança se encolhia de sede.
Todos se desesperavam, se encolhiam de medo ou de impotência frente às ameaças. Sim, até mesmo os Cavaleiros Arcanos sentem medo, isso é fato, mas eu sempre acreditarei na inabalável força deles para superar tudo.
A criança e a ruiva beberam da água, num impossível gesto de bondade e as duas deitaram-se pelo frio chão do lugar. Foi aí que o teste final apareceu.
-Acho que eu já me cansei de dominar a mente de vocês. Agora vou destroçá-los com meus 6 braços!Minha frase foi dramática, mas um tanto porca eu admito, mas aqueles dentes e 6 braços em mim foram o suficiente para criar o temor neles.
Fiz o monstro (que era a imagem de um semi-deus) atirar um raio em mim e forjar a minha morte. Nesse tempo (que era pouco) corri e assumi o controle da criatura (agora eu era o próprio monstro). Assim começou o combate.
Ví os olhos deles, tanta sede de sobreviver, como a que acometeu Sophie, seus olhos quase lançavam chamas e eles, mesmo em posição arriscadíssima atacaram de frente. Os lobisomens transformaram-se em poderosos e honrados gaurus, os magos tentavam melhorar suas habilidades e atirar com tudo que podiam, ou tentar destruir a mente do adversário deles.
Quando eles descarregaram alguns tiros em mim achei melhor partir para um combate corpo a corpo para intimidar mais, Raimundo resistiu bravamente e os lobisomens atacavam bravamente com suas garras.
Antônio observava a batalha e tentou uma estratégia difícil. Esperar o monstro lançar mais um dos seus raios e lascar o espaço dimensional refletindo o ataque.
Eu percebí isso e parti para o ataque final. Eles tinham que descobrir, eu sei que eles conseguem passar nesse teste. Não é só força bruta. Avante Cavaleiros Arcanos!
Antônio então concluiu! Ví seu rosto surpreso, e quase como uma reação em cadeia os outros entenderam. A garota! Como pudemos esquecê-la! Eu quase ouví os pensamentos deles. Assim eles desseram uma pancada na cabeça de Jéssica.
E então o encanto foi quebrado.
E então eu os mostrei como é o Mundo das Trevas.
E assim espero que sejamos as luzes nessa escuridão...
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